Dinamidia chega a quinta edição com o tema invisibilidade social dezembro 14, 2010
Posted by gracinhablog in Eventos.trackback
Foi realizada na manhã da última quinta-feira (9/12), o lançamento da 5ª edição do Dinamidia, com a apresentação do curta documentário “(In)Visibilidade”, filme que é resultado de um ano de trabalho realizado entre os alunos do segundo ano e o jornalista e educador Alexandre Sayad.
Nesta edição do projeto, sob a temática da invisibilidade social, 15 alunos retrataram a vida de personagens que, normalmente, passariam despercebidos pelas pessoas na avenida Paulista, que foi o endereço escolhido como pano de fundo para imagens.
Para Alexandre Sayad, um dos coordenadores do projeto, “esta é uma experiência muito importante para o jovem, pois permite que ele veja o mundo com o olhar da comunicação, de maior percepção”. O jornalista e educador destaca, ainda, a grande troca de experiências entre os alunos e ele. “Aprendo muito mais com eles do que eles comigo”, diz, reforçando que “os alunos conseguiram transmitir a mensagem com clareza e competência em apenas 13 minutos, o que foi uma tarefa difícil para quem tinha mais de nove horas de gravação”.
Entre os parceiros do projeto está Isadora Ferreira, ou Dodó como é chamada. Dodó foi aluna do projeto pioneiro em 2006 e hoje cursa faculdade de cinema. Ela que começou como aluna, passou para monitora hoje já é educadora. “Tenho muito orgulho em participar deste projeto que, vejo, que evolui a cada ano”, comemora.
A ideia
Os alunos são livres para escolher a mídia que vão aplicar no trabalho. No entanto, no Gracinha, este é o quinto documentário em cinco anos de Dinamidia. O tema deste ano foi escolhido após muitas idéias e discussões, sempre com a o foco em visibilidade social.
Um dos temas sugeridos pelo aluno Ivan Gontijo, que pretende seguir a carreira jornalística, foi sobre os cobradores de ônibus. “A idéia era mostrar um pouco da vida deles hoje porque depois do Bilhete Único eles perderam um pouco de sua função e muitas vezes são despercebidos”, diz.
A partir desta ideia, os alunos buscaram pontos de interesses em comuns até chegar no tema final. Para eles foi difícil conseguir colocar um olhar que desse a identidade do grupo para o trabalho eliminando os clichês. Desse modo, eles aprenderam a ter iniciativa, captando recursos e indo atrás dos entrevistados

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